
Já aconteceu de algumas vezes eu não ter me candidatado a uma vaga de emprego por achar que não tinha experiência para tal. Erro fatal.
Ao invés de simplesmente não tentar, eu poderia ter me candidatado e demonstrado minhas habilidades, criatividade, meu potencial, e deixar minha vontade e atitude mais aparentes. (Claro que guardando as devidas proporções: não vou me candidatar a uma vaga para médico se sou engenheiro).
Quando começamos a carreira, não temos uma lista extensa de cargos ou nomes de marcas reconhecidas no nosso histórico. Mas temos experiência de vida.
Não é experiência com salário e carteira assinada, mas tudo bem porque os concorrentes geralmente estão no mesmo estágio profissional que a gente. Mas experiência que conte a história de como nos formamos como pessoas, como somos únicos e principalmente como essa formação pode ser utilizada no contexto profissional.
Mas quais habilidades são transferíveis da esfera pessoal para a profissional?
Exemplos diretos são ligados às habilidades requeridas para a vaga almejada. Conte suas realizações em trabalhos voluntários, projetos pessoais, atividades extra curriculares, etc.
A dica é: pense sempre do ponto de vista do empregador, o que estão procurando no candidato e como suas habilidades podem ser provadas.
Para provar habilidades, não basta dizer “sou motivado/a” ou “sou criativo”. Tem que demonstrar com exemplos reais, como “muito motivado para trabalhar na área financeira, tendo feito X cursos extra curriculares, frequentado X palestras sobre o assunto, etc”.
Ou ainda, tente mostrar de uma vez só vários de seus traços, como seu lado organizacional, criativo, empreendedor e financeiro: “formei uma associação de moradores no meu prédio, baixamos o custo com a coleta de lixo para contratar um funcionário que ajuda na segurança e limpeza dos jardins”.
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